terça-feira, 6 de dezembro de 2011

ESTÁ CHEGANDO PESSOAL O DIA DA BÍBLIA

É NESTE DOMINGO ÀS 08H:00 DA MANHÃ GRANDE PASSEATA EM COMEMORAÇÃO AO "DIA DA BÍBLIA"

VC NÃO PODE FICAR DE FORA DESSA!!!

SAÍDA: EM P. S. VICENTE NA RUA DA FEIRA, AO LADO DO MERCADO;

NO SGT RONCALLI NO PONTO FINAL DOS ONIBUS DA FLORES, 2ª ETAPA.

FORME JÁ A CARAVANA DE SUA IGREJA!





terça-feira, 1 de novembro de 2011

 CONVITE

AS IGREJAS EVANGÉLICAS DOS BAIRROS SGT RONCALLI, PQ. S. VICENTE, V. VERDE DO MUNICIPIO DE BELFORD ROXO -RJ: CONVIDAM TODOS OS MORADORES E VISITANTES PARA PARTICIPAREM CONOSCO DO DIA DA BÍBLIA

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A existencia de Israel prova existencia de Deus


Israel: Uma necessidade Divina
A Bíblia em Bytes online - Revista Eletrônica
http://www.bibliabytes.com.br

Estamos vivendo num tempo profético. Muitas profecias bíblicas ficaram guardadas até os nossos dias para terem o seu cumprimento em nossa geração. E Deus busca um povo atento, não desavisado, nem desapercebido, com olhos e ouvidos abertos para ver os acontecimentos, ouvir o chamado divino e participar do cumprimento profético. Afinal, como diz certo folheto missionário: "Por que apenas ler profecias, se podemos trabalhar pelo seu cumprimento?"

Neste contexto, somos obrigados a olhar para um dos maiores sinais de Deus deste tempo: a Nação de Israel. Mas qual é a real importância de Israel e o que nós, Igreja de Jesus Cristo temos a aprender, conhecer ou fazer em direção a esta Nação e a este Povo?

Para responder, uma pequena história extraída de um dos livros do escritor sueco Goran Larsson: "Conta-se de Friedrich, o Grande, da Prússia. Ele foi ateísta, porém tinha um médico muito piedoso. Uma vez ele exigiu do seu doutor: Dá-me uma prova da existência de Deus! Mas rápido, pois não tenho tempo! O doutor respondeu imediatamente: "Os judeus, Vossa Majestade!"

É verdade. No mais elementar de tudo, devemos olhar para Israel para crer em Deus, porque esta Nação é a prova materializada da Sua existência. Por certo existem inúmeros outros fatos que comprovam que Deus existe. Mas você já pensou que, de uma forma ou de outra, todos vêm de Israel?

Para começar, a Bíblia, o Livro de Deus, saiu deste Povo. E foi no meio dele que Deus formou um povo exclusivo para Si mesmo. Foi com ele que firmou uma aliança e foi através dele que agiu poderosamente na terra, abrindo o mar, mandando comida do céu, tirando água da rocha e expulsando povos irremediavelmente corruptos.

Foi entre o povo de Israel que se manifestou a Glória da presença de Deus. Dele o Nosso Rei e Senhor, o Messias Jesus nasceu, bem como todos os primeiros proclamadores do Cristianismo. E foi dentre eles que os demônios começaram a ser expulsos, os enfermos curados, os presos libertos, os tristes consolados e os caídos levantados!

Quem pode negar que isso atesta a existência de Deus? Mas se não bastasse, ainda temos uma incontestável prova, e em nosso dias: a restauração física de Israel, após anos de exílio e devastação, concretizada neste século, no ano de 1948, como cumprimento profético.
Isaías profetizou no seu capítulo 17: "Israel florescerá e brotará e eles encherão de frutos a face do mundo". Quem vai a Israel hoje vê um deserto cheio de flores e frutos, que são, efetivamente, exportados para todo o mundo. E este é apenas um detalhe entre muitos fatos que se sucedem, em nossos dias, dentro do País Israel e através do Seu Povo, os judeus.
Não é maravilhoso pensar que tudo isso está se cumprindo nos nossos dias, diante dos nossos olhos? Podemos, pois, ignorar Israel?

Além de todas estas coisas, precisamos aprender, e muito, com os judeus e com toda a sua história. Porque eles nos falam, sim, da existência de Deus, mas um Deus vivo, que intervém, que fala, que está com os ouvidos atentos aos que o buscam e que não se esqueceu dos seus, antes é totalmente fiel e não quebra as suas alianças.

Que esperança nos traz olhar para Israel! E que gozo é para o Senhor quando o fazemos. Porque, acima de tudo o que falamos, Israel é "a menina dos olhos de Deus" (Zacarias 2.8). E Ele nos chama a também olhá-los como tal. E a colaborar com Ele para o desfecho final da história deste povo, à Sua maneira e não como nós achamos que deve ser.

Porque, se a prova da existência de Deus sucumbir, onde irá Deus? Olhar para Israel, pois, e trabalhar pelo seu bem, é igual a buscar a glória do Nome de Deus sobre a terra. "Vindicarei a santidade do meu grande nome...", diz o Senhor em Ezequiel 36.23. E é este o tempo desta vindicação divina se efetivar. Vamos colaborar com o Senhor?

Alguns fatos precisam acontecer para que esta glória de Deus sobre Israel seja restabelecida e o próprio Senhor está conclamando a Sua Igreja para se engajar neste projeto de redenção de Israel, e com atitudes bem práticas, porque é necessário:

1) - Que as nações da terra e a verdadeira Igreja de Jesus Cristo reconheçam que "Deus não rejeitou o Seu Povo (Israel), a quem de antemão escolheu" - Romanos 11.2;

2) - Que os cristãos verdadeiros percebam que as suas raízes são judaicas e que busquem resgatá-las, pois "...não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti"- Romanos 11.18;

3) - Que haja uma virada de todos a favor de Israel, porque a glória de Deus começou a se manifestar neste povo e vai culminar sobre ele também e a Igreja de Jesus tem um importante papel nisso, devendo se colocar como instrumento de unidade, "pois de ambos os povos Ele fez um" - Efésios 2.14;

4) - Que comecemos a abençoar, consolar e amar a Israel, incondicionalmente, em gratidão pelas bençãos que os judeus nos trouxeram e para sermos prósperos: "Abençoarei os que te abençoarem..." - Gênesis12.3 e "Prosperem os que te amam" - Salmo 122.6;

5) - Que os homens e mulheres de oração se movam em direção a Israel e ao povo judeu, clamando por sua redenção, por seu retorno a Sião, pela paz em Jerusalém, pelo cumprimento das profecias bíblicas e pela vinda do Amado, o Messias de Israel, Jesus: "... ó vós, os que fazeis lembrar ao Senhor, não descanseis, e não lhe deis a Ele descanso até que estabeleça Jerusalém e a ponha por objeto de louvor na terra" - Isaías 62.6,7

6) - Que não só comprovemos o milagre que é o País de Israel hoje, mas nos posicionemos politicamente a Seu favor, compreendendo que as lutas que ali acontecem são espirituais, entre Satanás e o Deus de Israel, porque o Senhor declarou: "a nação e o reino que não te servirem perecerão" - Isaías 60.12;

7) - Que abandonemos, definitivamente, toda idéia, teologia, doutrina ou ação anti-semita, ou seja, contra os judeus, pois está escrito: "amaldiçoarei os que te amaldiçoarem..." - Gênesis 12.2;

8) - Que socorramos materialmente a Israel em suas necessidades, pois "se os gentios têm sido participantes dos valores espirituais dos judeus, devem também servi-los com bens materiais"- Romanos 15.27;

9) - Que participemos do "II Êxodo", ajudando no repatriamento de judeus para a Terra de Israel, conforme cumprimento profético: "Assim diz o Senhor: eis que levantarei a minha mão para as nações e ante os povos arvorarei a minha bandeira; eles trarão os teus filhos nos braços e as tuas filhas serão levadas sobre os ombros" - Isaías 49.22;

10) - Que subamos a Jerusalém para ver a sua glória e isso não só como turistas, mas como intercessores, reconhecendo que é para ela que o Messias Jesus voltará e é a partir dela que reinará sobre a terra: "E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião..." - Apocalipse 14.1;

11) - Que os ministérios pró-Israel que o Espírito do Senhor está levantando em todo o mundo sejam apoiados em todo os níveis e reconhecidos como a providência de Deus mesmo para acertar a visão do Seu Povo e estabelecer as verdades necessárias aos últimos dias, "...quando Ele (Jesus) entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder" - I Coríntios 15.24.

Este é o chamado de Deus para o Seu Povo Igreja neste tempo. Será que o atenderemos na Sua necessidade e provaremos da Sua glória, ou nos manteremos alheios e perderemos a plenitude dos Seus planos?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Revista gay entrevista Julio Severo

Nota importante de Julio Severo: Respondi à solicitação de entrevista de um jornalista de revista gay. Mas como não sei se vão publicá-la ou se vão publicá-la na íntegra, disponibilizo aqui minhas respostas sem cortes.

Pergunta: Chamo-me … e sou jornalista do site e revista . Estou fazendo uma reportagem sobre o PLC 122/06 e gostaria de lhe fazer algumas perguntas, tudo bem?
Julio Severo: Tudo bem, …. Fico muito feliz de poder expor aos leitores de sua revista minhas convicções cristãs acerca do PLC 122/06, sem nenhum constrangimento. Vejo hoje homens e mulheres que, em suas convicções pessoais, são movidos por diversos tipos de ideologias: marxista, socialista, feminista, homossexualista. Não existe ser humano conviccionalmente neutro. É dentro dessa realidade humana inescapável que responderei às suas perguntas, basicamente movido pela visão cristã.
Pergunta: Uma das suas afirmações a respeito do movimento homossexual é, “O aumento da promiscuidade sexual provoca diretamente o aumento da violência e da criminalidade na sociedade”. Na sua opinião, a promiscuidade está apenas ligada a homossexualidade?
Julio Severo: A promiscuidade abrange diferentes escolhas e impulsos fora dos padrões da normalidade. O sexo normal existe para a constituição de um lar formado por um homem e uma mulher que se complementam naturalmente para a procriação, criação, educação e desenvolvimento de filhos. A homossexualidade é uma das escolhas e impulsos dentro do universo da promiscuidade que foge a essa realidade, deturpando-a.
Embora a condenação de Deus ao pecado homossexual esteja presente na Bíblia há milhares de anos, as igrejas da sociedade ocidental praticamente não mencionavam a sodomia dos púlpitos. O que era mais focado nas mensagens cristãs era o bem-estar social e familiar, destacando-se os perigos e desvantagens do sexo fora do casamento natural e as vantagens e bênçãos do sexo conjugal natural. No entanto, com a ampla promoção da agenda gay, o assunto homossexual se tornou onipresente e praticamente obrigatório nos meios de comunicação liberais. Tal exposição inescapável e constante da agenda gay fez com que os cristãos não mais pudessem evitar um tema discutido com tanta freqüência, obcecação e exagero na sociedade moderna.
A boa notícia é que diante da imensa crise de sexo loucamente livre na sociedade as igrejas cristãs saudáveis, com base no Evangelho, ministram para pessoas oprimidas pela imoralidade sexual, inclusive adultério, pornografia, homossexualismo, etc.
Pergunta: O senhor é contra o PLC 122 em sua totalidade ou apenas em alguns pontos do projeto de lei?
Julio Severo: O PLC 122/2006 e outros projetos de lei semelhantes são, na totalidade ou não, a legislação do ódio.
Os militantes gays afirmam categoricamente que esses projetos dão apenas igualdade aos homossexuais. Homens e mulheres têm direito a casamento (civil e religioso) e adoção de crianças? Então “privar” indivíduos que praticam o homossexualismo dos mesmos direitos será tratado como preconceito e discriminação?
Além disso, há pessoas que têm opiniões contrárias às práticas homossexuais com base médica, filosófica, científica, moral, cristã, etc. Tanto o PLC 122 quanto outros projetos semelhantes silenciarão legalmente essas opiniões. Antes da aprovação desses projetos, cristãos já têm sido perseguidos por criticarem a agenda gay. Eu mesmo — que nunca matei, nem bati, nem arranhei homossexuais — fui denunciado por “homofobia” ao Ministério Público Federal já em 2006, exclusivamente porque exerço meu direito constitucional de livre expressão de dizer que a conduta homossexual é imoral, contrária a vontade de Deus expressa na Bíblia, nociva à família e à sociedade, etc.
Com a aprovação do PLC 122, o silêncio será obrigatório e pessoas como eu estarão em perigo real de ir para a cadeia apenas por ter posições legitimamente cristãs e bíblicas sobre o homossexualismo e sobre a agenda gay.
Entretanto, o que muitos não percebem é que tanto o PLC 122 quanto outros projetos apresentam, junto com a inventada categoria de “orientação sexual”, categorias oficialmente aceitas de não discriminação, tais como raça e religião.
Seguindo a lógica da igualdade utilizada pelos ativistas homossexuais, os cristãos, os espíritas, os muçulmanos e outros religiosos poderiam também processar para silenciar os promotores da agenda gay de manifestarem seus pensamentos e idéias, atiçando o Estado contra eles e reivindicando muito dinheiro para isso — exatamente como os próprios militantes gays estão fazendo. Igualdade é igualdade.
Tecnicamente, os mesmos abusos e agressões legais que os ativistas gays querem impor por meio do PLC 122 também poderiam ser impostos por religiosos. Tecnicamente, com o PLC 122 os cristãos deveriam sistematicamente usar o Estado e suas leis para silenciar e punir toda opinião homossexual contra o Cristianismo. Mas os ativistas gays sabem que os cristãos não têm essa agressividade. Eles sabem que os cristãos jamais recorrerão ao Ministério Público Federal para fechar sites que contenham promoção da agenda gay e hostilidade anti-cristã. Daí, vê-se que não existe igualdade de agressividade, pois só os ativistas gays é que querem agredir e silenciar.
Diante dessa realidade, para quê aprovar o PLC 122?
Pergunta: A reivindicação do movimento LGBT em prol do PLC 122 não é justa, visto que muitos homossexuais são espancados e assassinados por conta de sua orientação sexual. Gostaria de saber o ponto de vista do senhor a respeito da questão.
Julio Severo: Estão sendo assassinados milhares e milhares de homossexuais e o governo nada faz? Isso não é verdade, pois todos os cidadãos brasileiros, independente de suas opiniões e comportamentos, são igualmente protegidos pela mesma lei brasileira. Todos os assassinatos são punidos pela lei. A impunidade e a criminalidade atingem a todos os brasileiros. Além disso, os homossexuais são bem menos assassinados do que a população geral. Nos últimos 25 anos, mais de 800 mil brasileiros foram assassinados. Desse número, quantos eram gays? Se fossem 10%, o número de homossexuais assassinados seria 80 mil. Se fosse apenas 1%, 8 mil assassinatos homossexuais estariam registrados. Entretanto, nos últimos 25 anos, de acordo com informação do próprio Grupo Gay da Bahia, apenas 2.511 homossexuais foram assassinados. Quem precisa mais de proteção?
Há outros fatores também. Desse número bem pequeno de homossexuais assassinados, muitos estavam em zonas criminais, a altas horas da madrugada, em ambientes de drogas e prostituição. Sem mencionar o fator do crime passional, onde o assassino é muitas vezes amante da vítima, tão homossexual quanto ela.
Já que está comprovado que não há centenas de milhares de homossexuais assassinados no Brasil, torna-se bastante suspeita a argumentação de que é preciso aprovar depressa leis anti-“homofobia” a fim de diminuir o número de assassinatos homossexuais. Qual é então o propósito da aprovação do PLC 122?
Em julho de 2007, quatro dias antes de o meu blog ser censurado por pressão de ativistas homossexuais, o escritor homossexual Fabrício Viana, respondendo a outro ativista que perguntava se dava para me calar agora, disse: “Por enquanto não. Se a lei anti discriminação for aprovada, isso é, homofobia tornar-se crime, aí sim poderemos fazer algo. Por isso todo esse povo ai, religioso, esta fazendo uma muvuca para que a lei anti discriminação não seja aprovada (pois todos eles poderão ser repreendidos).”
Por enquanto, não há no Brasil nenhuma lei federal contra a chamada “homofobia”, mas o Pr. Ademir Kreutzfeld, de Santa Catarina, foi judicialmente perseguido por “homofobia”.
Eu mesmo estou sob várias ameaças oficiais por homofobia. O que será de mim, um cristão que nunca agrediu homossexuais e que tem crianças pequenas para criar e educar, se o PLC 122 for aprovado? É justo que minhas opiniões cristãs sejam rotuladas como criminosas só porque um Estado socialista autoritário quer mudar as leis apenas para satisfazer os caprichos ideológicos de uma minoria birrenta e sedenta de autoritarismo voraz?
Se a causa homossexual fosse realmente justa, não seria necessário inflar estatísticas. Não seria também necessário, como denunciou o Senador Magno Malta, que Fátima Cleide, a relatora petista do PLC 122, o incluísse para votação às 5h30min da madruga, bem às vésperas do feriado de Natal. Malta declarou em denúncia pública: “A manobra sórdida para aprovar o Projeto sem debate de legalidade alvitrando a Constituição Federal, desrespeitando o inalienável direito à opinião da maioria dos outros senhores senadores é, no mínimo repugnante. Ao tentar incluir em pauta, no apagar das luzes, com parlamentares já cansados dos exaustivos últimos dias de trabalho, preparavam o golpe político de votar por acordo de lideranças e sem a presença de quem, de direito, solicitaria verificação de ‘quorum’. A aprovação do projeto visa mudar o comportamento social, eliminando a influência da família e da igreja sobre o indivíduo, ao mesmo tempo que dá ao Estado socialista o poder total sobre o indivíduo, com objetivo de criar uma sociedade coletiva submissa aos interesses estatais. Esse projeto é essencialmente e inconstitucionalmente um atentado violento contra a liberdade de expressão religiosa dos evangélicos, católicos, espíritas, judeus e muçulmanos. Tecnicamente mal elaborado, fere diversos princípios da constituição federal e do código penal. Esta batalha legislativa pretende avançar a qualquer custo a criminalização da homofobia e criar uma grande mordaça gay, para que ninguém possa discordar e expressar opiniões contrárias à opção sexual”.
Pergunta: Outra afirmação que o senhor faz é, “As influências do movimento homossexual estão por toda parte: entram em nossas casas através dos meios de comunicação, nas escolas, no âmbito profissional e até nas igrejas. Meu livro traz um alerta para que os cristãos e a igreja não se calem, mas ofereçam respostas claras e bíblicas para todas as pessoas que desejam conhecer e fazer a vontade de Deus num mundo que está cada vez mais se corrompendo”. Não acredita que com uma afirmação dessa, incita ódio e violência as pessoas homossexuais?
Julio Severo: Incitação de ódio e violência? Tente procurar isso dentro da própria militância gay. O presidente do recém-fundado Partido dos Gays, Lésbicas e Simpatizantes (PGLS), Márcio Antônio Francisco, declarou:A Gaystapo existe e representa a opinião de uma ala GLS que é radical, violenta, autoritária e nazista”. Francisco, que é militante gay, denunciou: “Eu mesmo, Marcio, fui violentamente espancado tive o nariz quebrado por 8 integrantes da Gaystapo de Ribeirão Preto”. Taí a opinião de um ativista que foi espancado por outros ativistas gays.
Agora, como é que a Bíblia e seus divulgadores incitam esse tipo de ódio e violência? Quando os cristãos promovem alertas e mensagens contra os perigos do vício de drogas ou contra o abuso sexual de crianças, não há um aumento de crimes contra usuários de drogas ou contra pedófilos. Não se conhece um só caso de alguém que tenha dito: “Depois de ouvir o pastor (ou o padre) pregar contra as drogas, resolvi bater e matar um drogado” ou “Depois de ouvir o pastor (ou o padre) pregar contra a pedofilia, resolvi bater e matar um pedófilo”. O homossexualismo, ou sodomia, não é o único tema de alerta nas mensagens cristãs. O homossexualismo é apenas um dos problemas tratados. Se a pregação cristã contra a sodomia provocasse violência contra os homossexuais, haveria um grande número de pedófilos, drogados e adúlteros internados em hospitais — sem contar os mortos.
Procurar incitação de ódio e violência no meu livro é esticar a imaginação maliciosa ao máximo.
Na questão homossexual, o único tipo de incitação ameaçadora é a promoção do homossexualismo, que vem literalmente incitando jovens desorientados à experimentação homossexual.  
Quando não, vemos a mídia liberal literalmente incitando ódio contra a Igreja Católica e outras igrejas por causa do homossexualismo. Apesar de que a mídia prefere colocar os holofotes quase que exclusivamente nos abusos cometidos dentro da Igreja Católica, num sutil esforço de exterminar os valores cristãos da esfera pública, o maior índice de abusos contra as crianças não é cometido em instituições cristãs, mas exatamente em instituições estatais. Entre apenas 1991 e 2000, um número elevadíssimo de 290.000 crianças e adolescentes sofreu abuso sexual físico no ambiente escolar nos EUA. (Veja: http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=83705)
Em matéria de abusos, a Igreja Católica perde de longe para a educação pública. Um estudo feito pela Conferência dos Bispos Católicos dos EUA concluiu que 10.667 jovens foram sexualmente abusados por padres entre 1950 e 2002. A maioria das vítimas era do sexo masculino, comprovando assim o papel dominante do homossexualismo na área da violência sexual contra os meninos.
O mesmo padrão se revela na educação. Um estudo internacional sobre crimes sexuais entre 1980 e 2006 revelou 902 professores abusadores de alunos. Os professores envolvidos no homossexualismo constituíam 63% dos estupradores na Irlanda, 62% na Nova Zelândia, 60% no Canadá, 54% na Escócia, 48% na Austrália, 47% na Inglaterra e 35% nos EUA. As estatísticas são de modo particular assustadoras considerando que os homossexuais perfazem menos de 3% da população. (Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2007/10/estudo-revela-que-professores.html)
Assim, enquanto uma centena de homossexuais assassinados anualmente no Brasil (em meio às dezenas de milhares de outros brasileiros assassinados anualmente) recebe atenção politicamente correta e privilegiada, literalmente milhares de meninos anualmente violentados e até assassinados por homossexuais são esquecidos.
Mesmo em ambientes religiosos reprimidos, homens que praticam o homossexualismo têm elevado índice de abuso de meninos. Em ambientes não reprimidos, o índice de abuso é certamente muito maior.
Embora os homossexuais sejam apenas menos de 3% da população, eles são responsáveis por aproximadamente metade de todos os abusos de crianças. E qual é a solução que os cristãos propõem para resolver esses abusos? Matar todos os homossexuais? Claro que não. A proposta é amparar homens que desejam abandonar o homossexualismo.
Entretanto, não seria errado o Estado instituir pena capital para homens culpados de estuprar meninas e homens homossexuais culpados de estuprar meninos. Para homossexuais não envolvidos em crimes de estupro contra crianças, a melhor alternativa é um tratamento. Se há tratamento para se abandonar o vício das drogas, por que não também do vício homossexual?
Nem todo homossexual é pedófilo, mas todo homem que abusa de meninos é homossexual. E estudo após estudo mostra que a maioria absoluta dos homossexuais foi na infância violentada por um homossexual predador adulto. O comportamento homossexual tem tanta ligação com abuso sexual de meninos que os dicionários mais sérios sempre registraram “pederastia” como sinônimo de “homossexualismo.
Quando o cigarro era uma obsessão social, algumas igrejas evangélicas corajosas pregavam contra esse vício. Essa pregação nunca levou a assassinatos de fumantes. Pelo contrário, essa iniciativa evangélica resultou na atual realidade, onde médicos e governo não mais são cegos aos prejuízos do fumo, mas desestimulam sua promoção e vício, principalmente entre os jovens. O problema homossexual não merece a mesma atenção e cuidado?
Assim, muito longe de incitar o ódio, meu livro traz informações sobre os danos que o homossexualismo provoca nos próprios homossexuais e na sociedade e leva os leitores à ação social, para que a sociedade, para o bem-estar das famílias, mantenha distância de todas as práticas homossexuais.

domingo, 3 de julho de 2011

O HIV é uma doença gay! Disse: Maior organização gay dos EUA (Lorri Jean)

A maior organização gay dos EUA confessa a verdade: “o HIV é uma doença gay”.

Washington, D.C., EUA — Em declaração pública no dia 8 de fevereiro de 2008, Matt Foreman, diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, perturbou o movimento homossexual militante ao se juntar à Vigilância Sanitária americana, a organizações pró-família e a um número crescente de ativistas homossexuais dispostos a admitir que a conduta homossexual representa risco extremo e é a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.
Tratando do assunto da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha partidária do lobby gay ao confessar: “Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.
Pouco mais de um ano atrás, Lorri Jean, diretora-executiva do Centro Gay e Lésbico com sede em Los Angeles, de forma semelhante chocou o movimento homossexual ao declarar: “O HIV é uma doença gay. O HIV é nosso. Acabemos com ele”.
A confissão de Foreman vem logo após a carta de Matt Barber, diretor de questões culturais de Concerned Women for America, convidando Foreman e outros ativistas homossexuais a cooperar para desencorajar os homossexuais de se engajarem nas condutas de alto risco que pesquisadores recentemente determinaram são responsáveis pela propagação epidêmica de uma variante potencialmente mortal de uma infecção estafilococa entre certos segmentos da população gay. A Vigilância Sanitária reconheceu que muitas dessas mesmas condutas de alto risco, tais como o sexo anal entre homens, são as principais responsáveis pela propagação do HIV/AIDS.
Matt Barber falou com relação à confissão de Foreman: “É extremamente animador ver que Matt Foreman, um ativista homossexual que por muito tempo negou os perigos do estilo de vida que ele promovia, publicamente agora aceita a verdade de que esse estilo de vida traz perigos inegáveis.
“Só espero que agora ele pare de promover a conduta homossexual e faça campanhas para que as elites liberais, principalmente os que administram as escolas públicas, tomem a mesma atitude. Os educadores precisam sinceramente tratar das conseqüências potencialmente mortais do estilo de vida ‘gay’.
“É crime e falta de juízo a Associação Nacional de Educação e os educadores liberais colocarem os modismos politicamente corretos e uma agenda política enganosa acima das vidas, saúde e bem-estar das crianças da nação. A evidência está aí para todos verem. Homossexualismo não tem a ver com ‘quem’ são eles, mas com ‘o que’ fazem eles. A Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica tem agora, de fato, reconhecido essa realidade. A honestidade deles é estimulante e inesperada”, concluiu Barber.
Título do original: Top “Gay” Organization Comes Clean: “HIV is a gay disease.”
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: Concerned Women for America.

ALERTA: Infecções sexualmente transmitidas

Alianças Hetero-Gays causam câncer?

22 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Aqueles que estão envolvidos na luta contra o câncer estão sempre em busca de fatores de risco — condutas que fazem com que alguém tenha mais probabilidade de ter câncer do que outra pessoa. Um estudo publicado em maio de 2011 na revista Câncer descobriu tal fator de risco. Num grande estudo, 8,25 por cento dos homens que se autoidentificaram como gays haviam sobrevivido a um câncer, versus 5,04 por cento dos homens que se autoidentificaram como heterossexuais.[1] Essa é uma diferença muito significativa e aqueles que a relataram pareciam surpresos, o que é realmente de surpreender, considerando que tal diferença é totalmente previsível.
Os homens gays têm mais probabilidade de fumar (que traz o risco de se pegar câncer dos pulmões), têm probabilidade muito maior de contrair uma doença sexualmente transmissível, tal como o vírus do papiloma humano (que traz o risco de câncer anal) ou hepatite (que traz o risco de câncer do fígado) ou HIV/AIDS (que traz o risco de vários diferentes cânceres). Eles têm maior probabilidade de iniciar a atividade sexual em idade mais jovem, usar drogas e consumir álcool demais, se deprimir ou sofrer de desordens psicológicas, e tudo isso afeta a saúde; e para completar, muitas vezes, adiam a busca por assistência médica. A resposta politicamente correta do estudo não foi evidentemente “talvez haja algo que não seja saudável no sexo gay”, mas em vez disso que “precisamos nos livrar da homofobia no sistema de saúde”. Isso é absurdo, pois há clínicas especialmente designadas para tratar de homens gays em grandes áreas urbanas e os centros de tratamento do HIV fazem um esforço imenso para serem sensíveis às questões de orientação sexual.
A recusa de enfrentar os fatos parece endêmica. Por exemplo, Liz Margolies, diretora executiva da Rede LGBT Nacional contra o Câncer, respondeu ao estudo se queixando de que uma falta de dados quantitativos sobre a relação entre a orientação sexual de um indivíduo e o risco de câncer é “um dos maiores problemas que temos” [2] Eu ficaria feliz de enviar para a senhorita Margolies links para muitos artigos com dados de até 30 anos atrás, todos documentando a ligação entre a conduta de homens gays e o câncer.
É claro que se os ativistas gays confessassem que há uma ligação direta entre a conduta gay e o câncer, eles teriam de confessar que as Alianças Hetero-Gays (AHGs), que eles estão promovendo nas escolas dos Estados Unidos, não estão protegendo a saúde dos estudantes, mas colocando-a em perigo. As AHGs incentivam os estudantes que sofrem de Desordem de Identidade de Gênero (DIG) ou vítimas de abuso sexual na infância ou apenas estudantes confusos a se autoidentificarem como gays ou bissexuais.
Outro estudo publicado — a pesquisa de Vigilância de Condutas de Riscos dos Jovens feita pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças — revelou evidências impressionantes de que estudantes que se autoidentificam como gays ou bissexuais têm muito mais probabilidade do que os estudantes heterossexuais de se envolverem em condutas de risco de saúde, inclusive fumo, uso de drogas e sexo com múltiplos parceiros. [3]
As AHGs fazem com que ser gay ou bissexual seja legal. As AHGs desestimulam estudantes sexualmente confusos de buscar aconselhamento por DIG e desprezam a ideia de que a atração de mesmo sexo num adolescente possa ser um estado transitório ou consequência de abuso sexual na infância. Como resultado, os estudantes que poderiam, em circunstâncias diferentes, ter vencido a confusão sexual que pode ocorrer na adolescência e poderiam ter saído como heterossexuais felizes experimentarão sexo homossexual e serão pegos em condutas de alto risco, algumas das quais os exporão a fatores que provocam câncer. Pode levar décadas para os cânceres aparecerem, mas são as AHGs que colocaram os estudantes nesse rumo perigoso.
Os promotores das AHGs argumentam que seus programas impedem resultados negativos e condutas de risco de saúde mediante educação e apoio, mas não há provas de um efeito positivo de longa duração. Estudo após estudo revela que a educação e apoio, ainda que intensivos, não impedem condutas de elevado risco.[4] O número de homens gays jovens que se tornam portadores do HIV continua aumentando.[5]
Um estudo relatado na Revista Médica Britânica comparou os homens gays que receberam “intervenção comportamental para reduzir infecções sexualmente transmitidas” com um grupo de controle que não recebeu nenhuma educação especial. Os pesquisadores constataram que “a intervenção tinha mais probabilidade de prejudicar”. Havia um “risco mais elevado de se adquirir uma infecção sexualmente transmissível entre participantes na intervenção…” Isso foi “algo que eles não esperavam… E claramente um causa para preocupação”. Os autores conjecturaram que “a intervenção criou nos participantes um senso mal colocado de confiança em sua capacidade de negociar situações sexuais de alto risco”. [6]
As AHGs são como amianto, que é um eficaz retardador de fogo, mas, décadas depois de uma exposição, provoca câncer.
Este artigo foi publicado com a permissão de daleoleary.wordpress.com

terça-feira, 28 de junho de 2011

SUPER DIREITOS PARA OS GAYS

    

Myrian Rios manifesta ser contrária ao super direito aos homossexuais

Por Redação - Rádio Gospel FM


Deputada Myrian Rios, contra "super direitos" que podem induzir à pedofilia Cada dia a sociedade está amadurecendo quanto ao “super direito” que os homossexuais estão buscando ter e que alguns juristas e políticos levados pela comodidade e pelo “politicamente correto” tem deixado passar sem considerar que um direito não pode ser criado diminuindo o direito de outros. Desta vez quem manifestou sua indignação contra a PL 122 e outras emendas que elevam ao status de um ser social diferenciado e com super direitos foi a deputada Myrian Rios.
Em um vídeo que foi postado na internet na última sexta-feira, a deputada afirma que não ser preconceituosa, e argumenta:
“Digamos que eu tenha duas meninas em casa e contrate uma babá que mostra que sua orientação sexual é ser lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. Vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas. E eu não vou poder fazer nada”, disse a deputada.
A deputada é conhecida no meio artístico e trabalhou em várias novelas da Rede Globo, que hoje, levanta em suas produções a bandeira do arco íris. Myrian Rios também é apresentadora de uma TV Católica e não esconde a sua preocupação quanto a questão que envolve a família.
“Repudio veementemente o pedófilo e jamais tive a intenção de igualar esse criminoso com o homossexualismo. Se entenderam desta maneira, peço desculpas. Votei contra a PEC-23 por minhas convicções e não contra este ou aquele segmento de determinada orientação sexual. Conto na minha família com parentes e amigos homossexuais e os amo, respeito como seres humanos e filhos de Deus. Da mesma forma repudio a agressão aos homossexuais, pois nada justifica tamanha violência”, defendeu-se a parlamentar.






domingo, 26 de junho de 2011

Parada gay: fazendo farra com os números

Mídia exagera os números da Parada Gay do Brasil e minimiza os números da Marcha para Jesus

Parada do Orgulho Gay versus Marcha para Jesus: Uma Análise Comparativa
Matthew Cullinan Hoffman
SÃO PAULO, 15 de junho de 2007 (LifeSiteNews.com) — Uns três milhões de cristãos marcharam pelas ruas da metrópole brasileira de São Paulo na semana passada, apenas três dias antes da parada gay anual, cantando frases contra o homossexualismo e afirmando suas convicções religiosas. A Marcha para Jesus, realizada no dia 7 de junho, foi organizada por um grande ministério evangélico no Brasil e incluía mais de trinta bandas ao vivo tocando música religiosa, muitas em cima de caminhões trio elétrico rodando pelas principais avenidas da cidade.
Um pastor conduzia a multidão, parafraseando uma oração de exorcismo tradicional em latim com “Xô, Satanás!”, acrescentando “Xô, homossexualismo!” Embora a Associated Press, Reuters e outros noticiários de língua inglesa afirmassem que só um milhão de pessoas estiveram presentes na marcha, a grande imprensa brasileira noticiou amplamente que três milhões participaram, citando a Polícia Militar.
Quando questionados pela mídia, os participantes da Marcha para Jesus negaram que foram hostis aos homossexuais, e expressaram preocupação com o bem-estar deles. “Por meio da Bíblia, sabemos que Deus não concorda com o que eles fazem”, membros de um grupo evangélico da Vila Carrão disseram ao serviço noticioso G1. “Condenamos as ações, e nunca as pessoas. O que queremos é que eles conheçam Deus”.
Outro pastor que trouxe um grupo de sua igreja negou que a marcha tivesse algo a ver com a parada gay, frisando o aspecto positivo da marcha: “Essa é uma demonstração no nome de Jesus. As duas não têm nada a ver uma com a outra”. Não houve registro de nenhum incidente violento durante a marcha.
Três dias depois, a Parada Gay anual apresentou um contraste completo com a Marcha para Jesus. Mais de um milhão de mulheres e homens homossexuais marcharam pela principal via da cidade, muitos sem camisa e vestidos em assessórios de drag queens e usando penas.
Eles carregavam bandeiras imensas com o símbolo do arco-íris, que o movimento homossexual internacional adotou, e exigiram o fim “do machismo, racismo e homofobia”. A parada do ano passado trouxe como conseqüência a criação de um projeto de lei, atualmente pendente no Congresso Nacional, que criminaliza como “homofobia” todas as condenações à conduta homossexual. Os organizadores da parada gay deste ano exigiram que tais medidas sejam adotadas sem demora.
Diferente da Marcha para Jesus, a Parada Gay foi manchada por vários episódios de violência entre participantes, de acordo com os meios de comunicação homossexuais do Brasil. G Online (a versão online da Revista G, uma publicação homossexual brasileira) observou que “a equipe G Online, que cobriu o evento durante o dia inteiro e por todo o trajeto da parada, investigou várias cenas desagradáveis ao longo da avenida (foto à esquerda). Empurrões, brigas, bebedeiras e roubos eram comuns durante a parada”. A foto à esquerda mostra um homem coberto de sangue que se chocou com um carro.
O site homossexual MixBrasil declarou mal-humoradamente que “neste ano, marcado pela violência entre os participantes da parada, as famílias desapareceram” do evento. “Agressões, brigas em cada esquina, roubos, violência pura… uma tragédia”.
Embora a grande mídia geralmente citasse a estimativa de 3,5 milhões de participantes, fornecida pelos organizadores da parada, tanto a Reuters (citada no jornal The Australian) quanto o serviço noticioso Último Segundo declararam que a polícia contou apenas um milhão de participantes, ainda que admitindo que provavelmente milhares teriam ficado nas ruas paralelas sem serem contados.
Em contraste total também com a Marcha para Jesus, a Parada Gay deste ano recebeu imenso apoio financeiro do governo e de instituições financeiras brasileiras. Diferente das paradas de anos anteriores, o evento deste ano foi patrocinado por órgãos públicos federais como a Petrobrás e a Caixa Econômica Federal.
Importantes autoridades governamentais estavam presentes no evento, inclusive o governador de São Paulo, José Serra, e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. A prefeitura de São Paulo gastou mais de 400 milhões de reais em apoio ao evento, embora os lucros dos turistas participantes tenham sido calculados em 130 milhões de reais, rendendo ganhos de impostos de apenas 70 milhões.
O governo investiu recursos públicos também na confecção de um panfleto contendo a programação da parada, assim como orientações de como evitar doenças ao usar drogas injetáveis. Em determinado momento os organizadores suspenderam a distribuição do panfleto, ao que parece devido a controvérsias [sobre a conveniência política de se usar um documento oficial do governo com o propósito de orientar os homossexuais sobre a forma mais segura de consumir cocaína].
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
Revisão final de Jael Savelli: http://jaelsavelli.blogspot.com

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Cristofobia praticada no Brasil e no mundo

Um cristão é assassinado cada cinco minutos

A cada cinco minutos, um cristão morre assassinado em razão de sua fé: este é o arrepiante dado difundido pelo sociólogo Massimo Introvigne em sua intervenção na Conferência Internacional sobre Diálogo Inter-Religioso entre Cristãos, Judeus e Muçulmanos, realizada em Gödöllö (Budapeste), promovida pela presidência húngara da União Europeia.
Introvigne, representante da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) para a luta contra a intolerância e a discriminação contra os cristãos, indicou que 105 mil deles são assassinados cada ano por sua fé, contando somente os verdadeiros martírios, os que são levados à morte pelo fato de serem cristãos, sem considerar as vítimas de guerras civis ou entre nações.
"Se não se gritam ao mundo estes números, se não se põe fim a este massacre, se não se reconhece que a perseguição dos cristãos é a primeira emergência mundial em matéria de violência e discriminação religiosa, o diálogo entre as religiões produzirá somente encontros muito bonitos, mas nenhum resultado concreto", declarou o especialista.
No encontro, participaram personalidades importantes, como o presidente dos bispos europeus, cardeal Péter Erdö; o custódio da Terra Santa, Pe. Pierbattista Pizzaballa; o presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, Dom Antonio Maria Vegliò; o arcebispo maronita de Beirute, Paul Matar; o "ministro de Assuntos Exteriores" da Igreja Ortodoxa Russa, metropolitano Hilarion; o representante do Conselho Judaico Europeu, Gusztav Zoltai; o da Organização da Conferência Islâmica, Ömür Orhunn; e o secretário-geral da Comissão para o diálogo islâmico-cristão no Líbano, Hares Chakib Chehab.
O diplomata egípcio Aly Mahmoud declarou que, no seu país, estão por chegar leis que protegerão as minorias cristãs, perseguindo como delito os discursos que incitam ao ódio e vetando as reuniões hostis no exterior das igrejas.
"Mas o perigo - destacou o cardeal Erdö - é que muitas comunidades cristãs no Oriente Médio morrem devido à emigração, porque os cristãos que se sentem ameaçados escaparão."
"Que a Europa se prepare para uma onda de imigração, desta vez de cristãos que fogem das perseguições", advertiu.
Por sua vez, o metropolitano Hilarion recordou que pelo menos um milhão de cristãos vítimas de perseguição no mundo são crianças.


SOU ÉTICO! Cito as fontes. Copiado do Site Notícias Cristãs. Link Original: http://news.noticiascristas.com/2011/06/um-cristao-e-assassinado-cada-cinco.html#ixzz1Pad9lcto
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sete deputados estaduais evangélicos aprovam lei gay no Rio, inclusive irmão de Silas Malafaia e filho de R.R. Soares.

Sete deputados estaduais evangélicos aprovam lei gay no Rio, inclusive irmão de Silas Malafaia e filho de R.R. Soares.


Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava acompanhando emocionadamente a marcha cristã de 1 de junho contra o PLC 122. A manifestação, que ocorreu na frente do Congresso Nacional em Brasília e foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia, merecia a total atenção de todos os cristãos.
Estando no exterior, não tenho acesso às redes de televisão do Brasil, a não ser pela internet. Assim sendo, visitei sites de emissoras evangélicas às 15h, horário do início do evento, mas não vi nenhuma delas dando cobertura.
Numa televisão evangélica de Brasília, tudo o que pude ver foi a pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as emissoras seculares não tivessem feito mais do que as emissoras evangélicas.
Noticiei que compareceram à manifestação cristã umas 20 mil pessoas, mas alguns que participaram dizem o número foi 50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei anti-“homofobia” passar, afetará apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas? Afetará apenas 500 mil pessoas? Então por que mais pessoas não compareceram? Por que as redes evangélicas e católicas não fizeram cobertura completa da marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado por Silas Malafaia em Brasília que enfrentou descaso e contradição cristã. Em 4 de junho, Malafaia também liderou a Marcha para Jesus do Rio e atacou a obsessão política de Sérgio Cabral pela sodomia. O governador do Rio, que havia recebido amplo apoio de Malafaia e Crivella na sua primeira eleição, foi com muita justiça denunciado por Malafaia, que também exortou a multidão de participantes a resistirem à avalanche de leis pró-sodomia que Cabral está impondo a ferro e fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também exortou seu irmão, Samuel Malafaia, a lutar contra as leis de institucionalização da sodomia. Essas leis fatalmente geram a descaracterização e deformação da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de Malafaia precisa de exortação. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde Samuel Malafaia é deputado estadual, aprovou em 25 de maio emenda à constituição estadual nº 23/2007, a qual inclui o termo “orientação sexual” no rol dos direitos e garantias fundamentais, que por sua vez garantirá a aprovação de qualquer PLC 122 e outros males para a sociedade, exclusivamente para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os únicos que votaram contra essa emenda foram dois deputados estaduais: Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro, filho do deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado evangélico a mostrar a cara. Onde estavam todos os outros deputados evangélicos? Desaparecidos? Tomando banho de sol na praia de Ipanema? Hospitalizados? Qual é a santa desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está preocupada com o feroz avanço do movimento ideológico gay, redes evangélicas e católicas de televisão estão ocupadas demais para cobrir nossas manifestações, deixando-nos dependentes de meros blogs como o meu, que não têm nem de longe a repercussão que tem um canal de TV. Mesmo assim, cada um faz o que pode. Uma jovem do Rio escreveu o endereço do meu blog numa camiseta e, por conta própria, usou-a na Marcha para Jesus na esperança de indicar para outros uma fonte de informação indisponível na mídia secular e cristã.
Enquanto a população cristã vota em políticos cristãos para que defendam pelo menos os interesses da família, na hora crítica da votação de uma ameaçadora emenda de “orientação sexual” no Rio, todos os deputados evangélicos sumiram do mapa e só Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro se distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas Malafaia reconheceu publicamente que essa emenda é um perigo e confirmou que já foi aprovada na primeira votação, alertando o povo do Rio a pressionar os deputados estaduais a votar contra também. Mas o próprio irmão de Malafaia não estava com Albertassi e Bolsonaro quando esses dois deputados sozinhos disseram “não” à emenda. A pergunta intrigante é: Por que o irmão de Malafaia votou a favor da terrível emenda? Por que? (O blog Holofote acaba de confirmar que o irmão de Silas Malafaia realmente aprovou a lei gay de Sério Cabral; não só ele, mas também sete outros deputados estaduais evangélicos, inclusive Marcos Soares, filho do famoso R. R. Soares, da Igreja Internacional da Graça.)
Se a população do Rio não reagir rápido, cobrando energicamente dos deputados cristãos que aparentemente estão tirando uma soneca ou até votando a favor do mal, o Rio de Janeiro poderá se tornar no Brasil o primeiro palco de uma sociedade sob uma lei onde a ordem suprema é a total reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não reagir rápido, cobrando energicamente dos canais evangélicos e católicos de TV que decidiram livremente não cobrir um evento contra a ditadura gay, chegará o dia em que depois de uma soneca descobrirão que não mais têm direito nem liberdade de decidir. Em vez de poderem informar que a sodomia é prejudicial, serão obrigados a dizer que a sodomia é uma maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que os dias finais seriam como os dias de Sodoma significa que as televisões cristãs, com a cumplicidade de políticos cristãos que se ausentam de votações cruciais ou votam no mal, devam deixar a omissão ou atos deliberados desempenharem um papel fundamental para o cumprimento dessa profecia?
Atualizado em 6 de maio.

Deputados Evangelicos traem o povo evangelicos deixando passar lei

UM ALERTA PARA A NAÇÃO EVANGÉLICA


Pelo Rev. Paulo Cesar Lima
A nova lei recém-aprovada na Argentina oficializando o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo vem deixando evangélicos argentinos em situação vexatória. Após o projeto de lei ter sido sancionado pelo Senado argentino, e agora assinada pela sua presidente Cristina Kirshner – uma ação de destruição contra a maior de todas as instituições: a família –, a nação gay proclama agora o que chamo de tiro de misericórdia nos evangélicos: a realização, no dia 14 e 15 de agosto deste ano em curso, de casamentos coletivos e simultâneos de homossexuais em todas as igrejas do país, inclusive as evangélicas. Alguns pastores, por humilhação, outros por vergonha e ainda os que não querem ser presos, estão fechando as portas de suas igrejas e abandonando as cidades.
A catástrofe inesperada que caiu sobre os argentinos vem se dirigindo ao nosso país a passos largos e não há nada que possa deter essa tempestade a não ser uma ação de mobilização geral dos evangélicos brasileiros em sair às ruas e, no segundo momento, elegerem, diante da gravidade do momento, um número expressivo de deputados federais e estaduais (evangélicos) e senadores, os quais possam impedir esta calamidade moral que vem por aí.
Não desejo ser profeta do caos, mas o risco de acontecer no Brasil o que ocorreu na Argentina é enorme. O pior é que muitos evangélicos acreditam que isso nunca acontecerá. O que é estarrecedor é que estamos dormindo e meio cegos com relação às implicações de uma Argentina Já em nossa nação. O que vai acontecer depois daí vai muito mais além do que podemos imaginar.
As parábolas de crise contadas por Jesus são um bom exemplo para nos advertir sobre sermos pegos despreparados diante de catástrofes iminentes. O povo evangélico brasileiro precisa ser sacudido da sua cegueira e nós, líderes evangélicos, necessitamos acordar diante da terrível gravidade do momento. Segundo Jesus, a calamidade vem tão inopinadamente como o ladrão (assaltante) noturno, como o esposo que surge à meia-noite, como o dono da casa que volta dum banquete a altas horas, como o senhor que retorna inesperadamente de uma viagem longa. O alerta do Filho do homem é: “Não se deixem pegar de improviso!” (Mt 25.1-13; Lc 13.22-30)
Estamos vendo a fatalidade aproximar-se, mas estamos descuidados, vivendo como se nada estivesse acontecendo de tão grave, assim como os homens antes do dilúvio e da chuva de fogo.
Este alerta objetiva acordar, escancarar os olhos do nosso povo para a precariedade de sua situação. Como disse Jesus, o terror é iminente, tão inesperado como o assalto, tão terrível como o dilúvio.
Precisamos acordar diante de iminente fatalidade moral que paira sobre os ares da nossa nação. A subtaneidade apresentada nas parábolas de crise, assinadas por Jesus, é imagem da catástrofe que se irrompe inesperadamente. Esta é a mensagem de Jesus: A crise está às portas. Ela chega tão de improviso como, na parábola das Dez Virgens, o grito: “O esposo vem!” (Mt 24.40ss; Lc 17.34ss). Desgraçados daqueles que forem encontrados despreparados!
Estamos recebendo, nestes últimos dias, numerosos e ameaçadores alertas e não estamos dando conta da gravidade do momento. A PLc122 e o Programa Nacional de Direitos Humanos, a Lei do Silêncio que, inclusive, já fechou centenas de igrejas em nosso país, são prenúncios de catástrofes a vista.
A mensagem de Jesus para nós evangélicos do Brasil é: Todos os homens, todas as famílias, toda nação, que não se preparam para momentos de calamidade repentina, poderão ser surpreendidas por fatalidades.
Pastores, líderes, povo de Deus em todo Brasil, em face dos alertas de Jesus e da iminente calamidade moral que se aproxima do Brasil, não podemos ficar em estado de quem dorme e deixar que a nossa nação seja invadida pela DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA. Os evangélicos argentinos, na sua maioria, não acreditavam que a crise moral que eles estão vivendo hoje fosse tão iminente. Ela chegou e os pegou despreparados.
Portanto, evangélicos do país mobilizem-se para orar, saiam às ruas e elejam evangélicos comprometidos com Deus e candidatos que tenham temor no coração. Não deixem a porta da liberdade se fechar em nosso Brasil.
LEMBRE-SE: Eleger homens éticos, comprometidos com Deus, com a família e com os bons costumes deve ser o nosso maior objetivo. É um momento onde acertos financeiros valem muito pouco, porque, nesta eleição, está em jogo a sobrevivência cristã e seu ideal, os quais precisam falar mais alto do que nossas individualidades, preciosismos, egoísmos e problemas pessoais.
POR FAVOR, LIBERTEM O NOSSO PAÍS DA INFÂMIA E DA ABJEÇÃO.

Fonte: PSC

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Gay mata família por discordar de sua orientação sexual

Apesar de ter se apresentado horas após ter assassinado a mãe, a comerciante Maria Lita Pereira Gomes, 41, o irmão Alan Luiz Gomes da Silveira, 14, e ter tentado contra o próprio pai, o também comerciante Sidonor Pereira da Silveira, 35, o músico Alcinei Gomes da Silveira, 19, poderá não ser liberado após prestar depoimento sobre os crimes, praticado nesta terça-feira (5) à noite, na rua J, do bairro São José 2, Zona Leste de Manaus.
A informação é do delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Mariolino Brito, que ouviu o depoimento de Alcinei na manhã de hoje (6).
“Mesmo ele tendo se apresentado espontaneamente após os crimes, isso não impede que ele não seja liberado e também seja pedida a prisão preventiva contra ele”, salienta Brito, que considerou o caso como atípico.
Segundo o delegado, a forma como Alcinei agiu demonstra que ele apresenta traços de psicopatia. Ele também não descarta a possibilidade de Alcinei ter premeditado os crimes.
Em depoimento prestado na manhã de hoje ao titular da DEHS, o pai do acusado disse ter escapado da fúria de Alcinei, por ter se fingido de morto, após receber o primeiro golpe.
Ataques
Os assassinatos ocorreram a partir das 18h45 de ontem, na casa da família.
O primeiro homicídio foi a do adolescente Alan Luiz, morto com três facadas no tórax e uma na cabeça. O corpo da vítima foi escondido debaixo de uma cama.
Minutos depois, a comerciante Maria Lita foi morta com sete facadas nas costas, uma na nuca e outra na cabeça, dentro do banheiro da casa.
Comoção
“Há três anos a mãe dele já sabie que ele era homossexual. Para mim essa não é uma justificativa lógica para ele ter feito o que fez”, desabafa o tio materno do acusado, Geraldo Gomes, a respeito da hipótese de que o sbrinho teria matado a mãe e o irmão, devido a não aceitação de sua orientação sexual.
Os velórios de Maria Lita e Alan Luiz foram realizados na própria residência, onde familiares, amigos e vizinhos se aglomeraram para prestar as últimas homenages às vítimas.
Alguns dos vizinhos se mostraram indignados com o caso e chamaram a atenção para o fato de que a família parecia ser bastante unida.
Fonte: Giro pelo Piaui
Fonte:Overbo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Senador critica proposta de distribuição de kit contra homofobia

O senador Magno Malta (PR-ES) criticou a proposta que prevê a distribuição de um kit contra a homofobia nas escolas públicas.

Magno Malta disse que o Ministério da Educação está criando "escolas preparatórias de homossexuais".

A afirmação foi feita na segunda-feira (16) em discurso na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante uma audiência pública sobre o combate à pedofilia.

"Estão preparando um kitzinho para meninos a partir de seis anos de idade. Um filmete ensinando a beijar na boca, ensinando as crianças a se relacionar sexualmente", disse o senador.

Segundo ele, a iniciativa é capitaneada "por uma minoria barulhenta, apoiada por parte da mídia". "As nossas escolas se tornarão escolas preparatórias de homossexuais. Os nossos pequenos estarão na academia da homossexualidade."

No discurso, o senador usou o mesmo tom para criticar o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Para Malta, a proposta é "uma tentativa de criar um império homossexual no Brasil. Uma casta, diferenciada, que pode tudo enquanto a sociedade não pode nada."

"Eles querem o que o índio, o negro, o idoso e o portador de deficiência não têm. E ninguém fez opção para ser índio, negro, portador de deficiência, idoso. Mas eles fizeram opção", disse.

Em outro trecho, ao se referir às iniciativas de combate a drogas como o crack, definiu o Brasil como "um país de hipócritas, de bêbados".

Procurada, a assessoria do MEC disse que o kit de combate à homofobia ainda está em análise, mas destina-se a alunos do ensino médio, com mais de 14 anos.

Fonte: Folha Online

quarta-feira, 11 de maio de 2011

MANDE UM E-MAIL PARA OS SENADORES CONTRA A PL 122

MANDE UM E-MAIL PARA OS SENADORES
PARA VOTAR CONTRA QUE A LEI PROIBE A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E OPINIÃO (PL 122)

LISTA DOS SENADORES:
sarney@senador.gov.br; senado@lheira.gov.br; adelmir.santana@senador.gov.br; almeida.lima@senador.gov.br; mercadante@senador.gov.br; alvarodias@senador.gov.br
acmjr@senador.gov.br; antval@senador.gov.br; arthur.virgilio@senador.gov.br;
augusto.botelho@senador.gov.br; cesarborges@senador.gov.br; cicero.lucena@senador.gov.br;
cristovam@senador.gov.br; delcidio.amaral@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br;
eduardo.azeredo@senador.gov.br; efraim.morais@senador.gov.br; eliseuresende@senador.gov.br;
ecafeteira@senador.gov.br; expedito.junior@senador.gov.br; fatima.cleide@senadora.gov.br;
fernando.collor@senador.gov.br; flavioarns@senador.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br;
francisco.dornelles@senador.gov.br; garibaldi.alves@senador.gov.br; geraldo.mesquita@senador.gov.br;
gecamata@senador.gov.br; gilberto.goellner@senador.gov.br; gilvamborges@senador.gov.br;
gim.argello@senador.gov.br; heraclito.fortes@senador.gov.br; ideli.salvatti@senadora.gov.br;
inacioarruda@senador.gov.br; jarbas.vasconcelos@senador.gov.br; jefferson.praia@senador.gov.br;
joaodurval@senador.gov.br; joaopedro@senador.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br;
jtenorio@senador.gov.br; j.v.claudino@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br;
josenery@senador.gov.br; sarney@senador.gov.br; katia.abreu@senadora.gov.br;
leomar@senador.gov.br; lobaofilho@senador.gov.br; lucia.vania@senadora.gov.br;
magnomalta@senador.gov.br; maosanta@senador.gov.br; crivella@senador.gov.br;
marco.maciel@senador.gov.br; marconi.perillo@senador.gov.br; maria.carmo@senadora.gov.br;
marinasi@senado.gov.br; mario.couto@senador.gov.br; marisa.serrano@senadora.gov.br;
webmaster.secs@senado.gov.br; mozarildo@senador.gov.br; neutodeconto@senador.gov.br;
osmardias@senador.gov.br; papaleo@senador.gov.br; patricia@senadora.gov.br;
paulo.duque@senador.gov.br; paulopaim@senador.gov.br; simon@senador.gov.br;
raimundocolombo@senador.gov.br; renan.calheiros@senador.gov.br; renatoc@senador.gov.br;
robertocavalcanti@senador.gov.br; romero.juca@senador.gov.br; romeu.tuma@senador.gov.br;
rosalba.ciarlini@senadora.gov.br; sergio.guerra@senador.gov.br; zambiasi@senador.gov.br;
serys@senadora.gov.br; tasso.jereissati@senador.gov.br; tiao.viana@senador.gov.br;