quinta-feira, 19 de maio de 2011

Senador critica proposta de distribuição de kit contra homofobia

O senador Magno Malta (PR-ES) criticou a proposta que prevê a distribuição de um kit contra a homofobia nas escolas públicas.

Magno Malta disse que o Ministério da Educação está criando "escolas preparatórias de homossexuais".

A afirmação foi feita na segunda-feira (16) em discurso na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante uma audiência pública sobre o combate à pedofilia.

"Estão preparando um kitzinho para meninos a partir de seis anos de idade. Um filmete ensinando a beijar na boca, ensinando as crianças a se relacionar sexualmente", disse o senador.

Segundo ele, a iniciativa é capitaneada "por uma minoria barulhenta, apoiada por parte da mídia". "As nossas escolas se tornarão escolas preparatórias de homossexuais. Os nossos pequenos estarão na academia da homossexualidade."

No discurso, o senador usou o mesmo tom para criticar o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Para Malta, a proposta é "uma tentativa de criar um império homossexual no Brasil. Uma casta, diferenciada, que pode tudo enquanto a sociedade não pode nada."

"Eles querem o que o índio, o negro, o idoso e o portador de deficiência não têm. E ninguém fez opção para ser índio, negro, portador de deficiência, idoso. Mas eles fizeram opção", disse.

Em outro trecho, ao se referir às iniciativas de combate a drogas como o crack, definiu o Brasil como "um país de hipócritas, de bêbados".

Procurada, a assessoria do MEC disse que o kit de combate à homofobia ainda está em análise, mas destina-se a alunos do ensino médio, com mais de 14 anos.

Fonte: Folha Online

quarta-feira, 11 de maio de 2011

MANDE UM E-MAIL PARA OS SENADORES CONTRA A PL 122

MANDE UM E-MAIL PARA OS SENADORES
PARA VOTAR CONTRA QUE A LEI PROIBE A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E OPINIÃO (PL 122)

LISTA DOS SENADORES:
sarney@senador.gov.br; senado@lheira.gov.br; adelmir.santana@senador.gov.br; almeida.lima@senador.gov.br; mercadante@senador.gov.br; alvarodias@senador.gov.br
acmjr@senador.gov.br; antval@senador.gov.br; arthur.virgilio@senador.gov.br;
augusto.botelho@senador.gov.br; cesarborges@senador.gov.br; cicero.lucena@senador.gov.br;
cristovam@senador.gov.br; delcidio.amaral@senador.gov.br; demostenes.torres@senador.gov.br;
eduardo.azeredo@senador.gov.br; efraim.morais@senador.gov.br; eliseuresende@senador.gov.br;
ecafeteira@senador.gov.br; expedito.junior@senador.gov.br; fatima.cleide@senadora.gov.br;
fernando.collor@senador.gov.br; flavioarns@senador.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br;
francisco.dornelles@senador.gov.br; garibaldi.alves@senador.gov.br; geraldo.mesquita@senador.gov.br;
gecamata@senador.gov.br; gilberto.goellner@senador.gov.br; gilvamborges@senador.gov.br;
gim.argello@senador.gov.br; heraclito.fortes@senador.gov.br; ideli.salvatti@senadora.gov.br;
inacioarruda@senador.gov.br; jarbas.vasconcelos@senador.gov.br; jefferson.praia@senador.gov.br;
joaodurval@senador.gov.br; joaopedro@senador.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br;
jtenorio@senador.gov.br; j.v.claudino@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br;
josenery@senador.gov.br; sarney@senador.gov.br; katia.abreu@senadora.gov.br;
leomar@senador.gov.br; lobaofilho@senador.gov.br; lucia.vania@senadora.gov.br;
magnomalta@senador.gov.br; maosanta@senador.gov.br; crivella@senador.gov.br;
marco.maciel@senador.gov.br; marconi.perillo@senador.gov.br; maria.carmo@senadora.gov.br;
marinasi@senado.gov.br; mario.couto@senador.gov.br; marisa.serrano@senadora.gov.br;
webmaster.secs@senado.gov.br; mozarildo@senador.gov.br; neutodeconto@senador.gov.br;
osmardias@senador.gov.br; papaleo@senador.gov.br; patricia@senadora.gov.br;
paulo.duque@senador.gov.br; paulopaim@senador.gov.br; simon@senador.gov.br;
raimundocolombo@senador.gov.br; renan.calheiros@senador.gov.br; renatoc@senador.gov.br;
robertocavalcanti@senador.gov.br; romero.juca@senador.gov.br; romeu.tuma@senador.gov.br;
rosalba.ciarlini@senadora.gov.br; sergio.guerra@senador.gov.br; zambiasi@senador.gov.br;
serys@senadora.gov.br; tasso.jereissati@senador.gov.br; tiao.viana@senador.gov.br;   

domingo, 8 de maio de 2011

Parabéns ao Gov. Cabral e STF, independente do que o cidadão brasileiro deseja

Parabéns ao Supremo Tribunal Federal

Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT

Julio Severo
Em decisão totalmente arbitrária ontem, o Supremo Tribunal Federal decretou sua legitimidade para a união civil gay e adoção de crianças por duplas gays. Arbitrária porque, embora essa seja a vontade patente do governo, da mídia esquerdista, da militância gay e do STF, não é a vontade do povo.
Não dava para decidir conforme o povo quer? Pesquisas no Brasil indicam que o povo fortemente rejeita essas imposições, inclusive adoção de crianças por duplas homossexuais.
Alguém certa vez disse que a melhor forma de governo é o “governo do povo, para o povo e sob Deus”.
Do povo? Se dependesse dos sentimentos, tradições e valores do povo, os ministros do STF teriam julgado com justiça, não com ideologia.
Para o povo? Se os ministros do STF se preocupassem com os sentimentos, tradições e valores do povo, teriam votado a favor do povo, não contra ele.
Sob Deus? Com Deus, é possível defender a justiça e resistir às tentações ideológicas e politicamente corretas. Sem Deus, tudo é possível.
O que o governo, mídia liberal e militância gay não conseguiram através do Congresso Nacional, devido à resistência do povo, conseguiram mediante suas majestades do STF, escolhidas em grande parte por suas majestades do PT, impor uma decisão que vai contra os sentimentos, tradições e valores do povo, sejam de proteção ao casamento natural ou às crianças.
Esqueça os sentimentos, tradições e valores do povo. Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT.
Essa imposição segue a tradição socialista soviética e nazista. Só para lembrar: o Partido Nazista era oficialmente o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista.
O povo que escolhe socialismo, come socialismo a força, seja por meio dos tribunais ou decretos imperiais.

O empenho de poderosos para aprovar casamento gay

Casamento gay pode ser aprovado Projeto de Sergio Cabral tramita no STF com suposto apoio de Dilma

De forma discreta, quase silenciosa, tramita no Supremo Tribunal Federal, o órgão máximo do poder judiciário brasileiro, um processo movido pelo governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral que pede mudanças na lei do casamento para que homossexuais também possam se casar judicialmente. O pedido do governador foi feito em 2008 e é simples: ele pede que os funcionários homossexuais do Estado do Rio possam se casar para que se equipare direitos dados a casais heterossexuais (pensão, previdência, auxílio moradia, financiamentos especiais...). Ao propor tal processo, Sergio Cabral sabia que caso o Supremo aprovasse seu pedido, automaticamente todos os brasileiros gozariam da decisão, já que decisões do Supremo são válidas para todo território nacional sem possibilidade de recurso. O pedido está em fase final de conclusão e será votado em plenário no mês de fevereiro. E, melhor de tudo, a chance de ele ser aprovado é praticamente certa.

O relator do processo é o ministro Carlos Ayres Britto. Ele está finalizando seu parecer, que terá 32 páginas, sobre o assunto, em suas férias. Na real, o Ministro Carlos está usando o silêncio de suas férias para cuidar especificamente deste processo, porque, claro, é favorável a ele. Seu parecer será apresentado aos outros ministros do Supremo em fevereiro próximo, assim que as férias da Corte terminar. O parecer do Ministro será favorável ao casamento gay. É esta informação que corre nos corredores do Supremo. Se confirmada, no texto que o ministro redige atualmente ele expõe os motivos pelos quais acredita que o casamento gay deve ser permitido no Brasil. Também norteia o voto de outros ministros. É como se Carlos Ayres Britto fosse defensor do SIM, um advogado de defesa do casamento gay na mais alta corte do país.

É o voto dos outros ministros que decidirá se o casamento passará a ser permitido ou não no país _o voto do Ministro Carlos vale tanto quanto cada um dos outros votantes. Ok, mas vários dos outros dez ministros do Supremo já se posicionaram a favor da matérias em outras ocasiões, como a Minsitra Ellen Grace. Além disso, o próprio Ministro Carlos Ayres Britto, conhecido por sua discrição, deixou sub-entendido que o casamento tem grandes chances de ser aprovado no Supremo, já que em decisões recentes e isoladas, o Tribunal sinalizou ser favorável à causa. "É um caso em que não tenho prognóstico. Quem sabe teremos uma bela surpresa?”, disse Carlos dias atrás.

É práxis entre os Ministros não darem entrevistas sobre assuntos ainda não votados, como é o caso agora. O que Carlos diz com essa frase faz alusão a dezenas de Tribunais regionais de primeira e segunda instância espalhados pelo país que já permitiram que homossexuais se casassem. Há decisões do tipo em praticamente todos os estados do Brasil, em especial nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Essas decisões todas são levadas em conta na decisão dos Ministros do Supremo.

Carlos Ayres Britto disse ainda que “se a tese _do casamento gay_ for consagrada, pega todo mundo”, isso significa que caso o STF julgue procedente o pedido do governador do Rio de Janeiro, eu, você e todos nós poderemos nos casar.

Dilma a favor

Nos bastidores do Supremo a aposta é que a maioria dos ministros siga esse entendimento. E tem mais: o Planalto da presidente Dilma mostra-se favorável ao tema. A Advocacia Geral da União, encaminhou parecer ao STF defendendo a posição do governo favorável ao reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo. O texto oficial enviado pelo Planalto do governo Dilma aos Ministros lembra que a Constituição protege a dignidade da pessoa humana, a privacidade, a intimidade, e proíbe qualquer forma de discriminação.

Fonte: CREIO/PORTAL ÚLTIMA HORA

Esforço do Governador Sergio Cabral para aprovar casamento gay e a omissão de celebridades catolicas e evangelicas

Restrospectiva

Ano de 2003 
O então senador Sérgio Cabral entrou com a Proposta de Emenda A Constituição  (PEC) Nº 70, visando alterar o parágrafo 3º do artigo 226 da Constituição Federal, para permitir a união estável entre casais homossexuais, mas não foi logo aprovada.
Ano de 2006
O senador Cabral foi lançado candidato ao governo do Rio, apoiado por seus aliados políticos Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho e uma multidão de pastores de todas as denominações e emissoras de rádios evangélicas e padres católicos de diversas paróquias.
Recordo-me que um determinado dia, num debate na emissora de FM evangélica mais ouvida do Rio, pastores e políticos pró-Cabral, na ânsia de tentarem fazer Cabral vencer no primeiro turno,  só faltavam dizer que o senador  tinha se convertido ao evangelho.
Num dado momento do debate, alguém (ouvinte?) falou aos pastores que eles estavam apoiando Cabral, mas este era autor de uma PEC sobre ‘casamento’ gay. UMA BOMBA em pleno ar, no pico da audiência. De imediato um dos debatedores disse: ‘ele (Cabral) disse que mandou arquivar a PEC’ e logo, logo fizeram de tudo para ser livrar daquele ‘abacaxi’, entrando em outro assunto.    Ressalta-se que nenhum pastor mostrou-se surpreso com a notícia, pois eles já sabiam da existência da PEC, apenas estavam se omitindo, pois queriam a vitória de Cabral a qualquer custo.
Mesmo com grande apoio,  a eleição acabou indo para o  segundo turno e Cabral foi disputar os votos com a respeitada juíza aposentada Denise Frossad. A correria em busca do voto cristão (evangélico e católico) se intensificou (mas a bomba lançada no ar, no primeiro turno, sobre o ‘casamento’ gay era de efeito retardado e começou a querer explodir). Cabral buscou apoio de um político cristão que lhe disse que o apoio seria condicionado ao arquivamento da PEC do ‘casamento’ gay.
Ao perceber que já não podia mais esconder a PEC do ‘casamento’ gay, o senador Cabral voou a Brasília e solicitou no Senado o arquivamento da mesma, ficando comprovado que mentiras foram ditas no ar no dia do debate, ao  dizerem que a PEC já havia sido arquivada.
Dias depois, com esmagador apoio de lideranças evangélicas expressivas, padres, emissoras de rádios  e políticos cristãos,  Cabral foi eleito governador do Rio de Janeiro.
Ao assumir o mandato, Cabral colocou alguns  cristãos em cargos políticos.
Ano de 2008
No início de 2008, o governador Sérgio Cabral (não mais precisando de apoio cristão, pois já era governador) entrou com uma ação no STF pedindo que o fosse reconhecida a união estável dos funcionários públicos homossexuais  do Rio.
Diante da  descabida ação de Cabral, NENHUM dos líderes evangélicos e católicos que lhe apoiaram veio a público repudiar a sua traição. A emissora de rádio, em FM, sequer tocou no assunto, nem os políticos ligados a ela se manifestaram.  Se ‘lixaram’ para o povo cristão.
Alguns meses à frente, após o governador Cabral ter dado a apunhalada nas  costas dos cristãos, grande parte das mesmas lideranças evangélicas e católicas UNIRAM-SE a ele novamente , em apoio a seu candidato a Prefeito do Rio – Eduardo Paes (que subiu em púlpitos e  participou de eventos evangélicos).
Eduardo Paes com maciço apoio cristão ganhou a eleição.
Ano de 2010
Grande parte dos líderes evangélicos e católicos que apoiaram Cabral na primeira eleição (2006), voltam a apoiá-lo, MESMO SABENDO que ele tinha entrado com ação sobre o ‘casamento’ gay no STF. Cabral foi releito no primeiro turno.
Ano de 2011
Diante da aprovação do casamento gay   pelo STF, onde uma das ações aceitas foi a proposta por Sérgio Cabral em 2008, alguns  líderes que apoiaram a eleição e reeleição de Cabral estão em silêncio sepulcral e outros, esperneando ou covardemente tentando fugir da responsabilidade. Ainda outros foram acometidos de amnésia momentânea.
Ano que vem (2012)
Grande parte dos líderes evangélicos e católicos e emissoras de rádios vão juntar-se novamente a Cabral a fim de tentarem conseguir a reeleição do prefeito do Rio, Eduardo Paes (candidato de Cabral). Levarão Paes ás igrejas, coloca-lo-ão nos púlpitos, etc.
Ressalta-se que o Prefeito Eduardo Paes esteve recentemente com Cabral na cerimônia de aprovação  da campanha publicitária do Programa Rio Sem Homofobia (da agenda gay),  que será lançado oficialmente em 16 de maio de 2011.
Que Deus tenha misericórdia de nós.
Que o povo evangélico e católico:
-pare de pensar que política é coisa do Diabo e que não se deve preocupar-se com isto.
 -pare de votar sob orientação de suas lideranças. Que tenha opinião própria. Que leia. Que pesquise.
Fato é que o sol nasce para injustos e justos, logo, quando o juízo de Deus vier sobre o Brasil,  afetará injustos, mas também justos.
O Brasil só será curado, quando a igreja estiver curada. Quando as lideranças evangélicas se arrependerem de suas maldades e se libertarem das amarras que os prendem a esses homens.

Fonte: Holofote.net

Com as benção do Governador Sergio Cabral, casamento gay é aprovado

O casamento gay foi legalizado no Brasil (vários pastores e padres do Rio tem participação nisto)

by Administrador do Blog
Ativistas gays aproveitam a euforia e exigem a aprovação imediata da PL 122/2006 
O ‘casamento’ gay  foi aprovado por unanimidade no Supremo Tribunal Federal (STF). Os dos dez ministros escalados para o julgamento posicionaram-se a favor da extensão do direito. A decisão tem efeito vinculante e alcança todos ‘casais’ gays Brasil afora. E aproveitando a ação do STF, os ativistas gays querem  aproveitar e pressionar o Senado  a aprovar a PL 122/2006 (lei da ‘homofobia’).
Agora é real, não há mais como negar. No Brasil há dois tipos de família, a  heterossexual (formada por um homem e uma mulher) e a nova família (formada por dois homens ou por duas mulheres). Tudo isto, graças ao governador Sérgio Cabral, autor de uma das duas ações propostas ao STF, em 2008.ação proposta em 2008 pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.
Não adianta chorar,  espernear, gritar. Já está decidido. E diante desta realidade, resta-nos clamarmos a misericórdia de Deus.
Enquanto muitas  proeminentes  lideranças evangélicas se atracam, se mordem, cuspem,  vomitam e escarram nos  rostos uns dos outros, cada um defendendo seu evangelho particular, o Brasil ‘cristão’ mostra ao mundo que por aqui o tipo de cristianismo que se vive  não consegue  mudar  a  forma de pensar da  sociedade e o pecado impera.

Fonte: Holofote.net

A que em fim se levanta vozes que representa o povo

Exclusivo: pastor Silas Malafaia dispara contra STF e diz que fará protesto contra união gay

Marcos Melo | Nacional | 06/05/2011 11h31


O pastor Silas Malafaia, em entrevista exclusiva ao SRZD na manhã desta sexta-feira, se mostrou indignado com o Supremo Tribunal Federal (STF) pela aprovação da união entre homossexuais. Segundo ele, o STF não respeitou e ignorou a Constituição Federal. "Homem e mulher, a lei define gênero. Para aprovar isso (a união entre homossexuais) teria que mudar a Constituição. O STF rasgou a Constituição. Ficamos a mercê da opinião pública", disse ele.

Em primeira mão, o pastor revelou que fará um grande protesto contra a união gay, dia 29 de maio, às 15h, no Congresso Nacional, em Brasília. "Vamos fazer um barulho pesado em frente ao Congresso. Convidamos qualquer um que seja contra essa vergonha a vir conosco: padre, deputado, pastor, todo mundo. Será um barulhão, mas uma ordem pacífica, claro", acrescentou Malafaia.
- Após união gay, Bolsonaro diz que próximo passo é a 'legalização da pedofilia'

Em tom de revolta, o vice-presidente do Conselho de Pastores do Brasil disparou: "Uma vergonha o STF ser igual a um partido político. Aprovaram aquilo lá com argumentos frágeis, uma reflexão fria e medíocre. Nenhuma nação do mundo transgride um conceito constitucional para agradar a um segmento da sociedade".
- Sidney Rezende: 'Gays e seus direitos'

O pastor teme ainda que essa aprovação seja uma porta aberta para outra questão, a aprovação da PL 122 (Projeto de Lei), que criminaliza a homofobia. "Aprovando esta vergonha, os senhores estão abrindo as portas para que a PL 122, que é a lei mais esdrúxula que já vi na vida, seja aprovada no Congresso, favorecendo homossexuais, criminalizando a opinião e os heterossexuais", afirmou o pastor.