terça-feira, 28 de junho de 2011

SUPER DIREITOS PARA OS GAYS

    

Myrian Rios manifesta ser contrária ao super direito aos homossexuais

Por Redação - Rádio Gospel FM


Deputada Myrian Rios, contra "super direitos" que podem induzir à pedofilia Cada dia a sociedade está amadurecendo quanto ao “super direito” que os homossexuais estão buscando ter e que alguns juristas e políticos levados pela comodidade e pelo “politicamente correto” tem deixado passar sem considerar que um direito não pode ser criado diminuindo o direito de outros. Desta vez quem manifestou sua indignação contra a PL 122 e outras emendas que elevam ao status de um ser social diferenciado e com super direitos foi a deputada Myrian Rios.
Em um vídeo que foi postado na internet na última sexta-feira, a deputada afirma que não ser preconceituosa, e argumenta:
“Digamos que eu tenha duas meninas em casa e contrate uma babá que mostra que sua orientação sexual é ser lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. Vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas. E eu não vou poder fazer nada”, disse a deputada.
A deputada é conhecida no meio artístico e trabalhou em várias novelas da Rede Globo, que hoje, levanta em suas produções a bandeira do arco íris. Myrian Rios também é apresentadora de uma TV Católica e não esconde a sua preocupação quanto a questão que envolve a família.
“Repudio veementemente o pedófilo e jamais tive a intenção de igualar esse criminoso com o homossexualismo. Se entenderam desta maneira, peço desculpas. Votei contra a PEC-23 por minhas convicções e não contra este ou aquele segmento de determinada orientação sexual. Conto na minha família com parentes e amigos homossexuais e os amo, respeito como seres humanos e filhos de Deus. Da mesma forma repudio a agressão aos homossexuais, pois nada justifica tamanha violência”, defendeu-se a parlamentar.






domingo, 26 de junho de 2011

Parada gay: fazendo farra com os números

Mídia exagera os números da Parada Gay do Brasil e minimiza os números da Marcha para Jesus

Parada do Orgulho Gay versus Marcha para Jesus: Uma Análise Comparativa
Matthew Cullinan Hoffman
SÃO PAULO, 15 de junho de 2007 (LifeSiteNews.com) — Uns três milhões de cristãos marcharam pelas ruas da metrópole brasileira de São Paulo na semana passada, apenas três dias antes da parada gay anual, cantando frases contra o homossexualismo e afirmando suas convicções religiosas. A Marcha para Jesus, realizada no dia 7 de junho, foi organizada por um grande ministério evangélico no Brasil e incluía mais de trinta bandas ao vivo tocando música religiosa, muitas em cima de caminhões trio elétrico rodando pelas principais avenidas da cidade.
Um pastor conduzia a multidão, parafraseando uma oração de exorcismo tradicional em latim com “Xô, Satanás!”, acrescentando “Xô, homossexualismo!” Embora a Associated Press, Reuters e outros noticiários de língua inglesa afirmassem que só um milhão de pessoas estiveram presentes na marcha, a grande imprensa brasileira noticiou amplamente que três milhões participaram, citando a Polícia Militar.
Quando questionados pela mídia, os participantes da Marcha para Jesus negaram que foram hostis aos homossexuais, e expressaram preocupação com o bem-estar deles. “Por meio da Bíblia, sabemos que Deus não concorda com o que eles fazem”, membros de um grupo evangélico da Vila Carrão disseram ao serviço noticioso G1. “Condenamos as ações, e nunca as pessoas. O que queremos é que eles conheçam Deus”.
Outro pastor que trouxe um grupo de sua igreja negou que a marcha tivesse algo a ver com a parada gay, frisando o aspecto positivo da marcha: “Essa é uma demonstração no nome de Jesus. As duas não têm nada a ver uma com a outra”. Não houve registro de nenhum incidente violento durante a marcha.
Três dias depois, a Parada Gay anual apresentou um contraste completo com a Marcha para Jesus. Mais de um milhão de mulheres e homens homossexuais marcharam pela principal via da cidade, muitos sem camisa e vestidos em assessórios de drag queens e usando penas.
Eles carregavam bandeiras imensas com o símbolo do arco-íris, que o movimento homossexual internacional adotou, e exigiram o fim “do machismo, racismo e homofobia”. A parada do ano passado trouxe como conseqüência a criação de um projeto de lei, atualmente pendente no Congresso Nacional, que criminaliza como “homofobia” todas as condenações à conduta homossexual. Os organizadores da parada gay deste ano exigiram que tais medidas sejam adotadas sem demora.
Diferente da Marcha para Jesus, a Parada Gay foi manchada por vários episódios de violência entre participantes, de acordo com os meios de comunicação homossexuais do Brasil. G Online (a versão online da Revista G, uma publicação homossexual brasileira) observou que “a equipe G Online, que cobriu o evento durante o dia inteiro e por todo o trajeto da parada, investigou várias cenas desagradáveis ao longo da avenida (foto à esquerda). Empurrões, brigas, bebedeiras e roubos eram comuns durante a parada”. A foto à esquerda mostra um homem coberto de sangue que se chocou com um carro.
O site homossexual MixBrasil declarou mal-humoradamente que “neste ano, marcado pela violência entre os participantes da parada, as famílias desapareceram” do evento. “Agressões, brigas em cada esquina, roubos, violência pura… uma tragédia”.
Embora a grande mídia geralmente citasse a estimativa de 3,5 milhões de participantes, fornecida pelos organizadores da parada, tanto a Reuters (citada no jornal The Australian) quanto o serviço noticioso Último Segundo declararam que a polícia contou apenas um milhão de participantes, ainda que admitindo que provavelmente milhares teriam ficado nas ruas paralelas sem serem contados.
Em contraste total também com a Marcha para Jesus, a Parada Gay deste ano recebeu imenso apoio financeiro do governo e de instituições financeiras brasileiras. Diferente das paradas de anos anteriores, o evento deste ano foi patrocinado por órgãos públicos federais como a Petrobrás e a Caixa Econômica Federal.
Importantes autoridades governamentais estavam presentes no evento, inclusive o governador de São Paulo, José Serra, e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. A prefeitura de São Paulo gastou mais de 400 milhões de reais em apoio ao evento, embora os lucros dos turistas participantes tenham sido calculados em 130 milhões de reais, rendendo ganhos de impostos de apenas 70 milhões.
O governo investiu recursos públicos também na confecção de um panfleto contendo a programação da parada, assim como orientações de como evitar doenças ao usar drogas injetáveis. Em determinado momento os organizadores suspenderam a distribuição do panfleto, ao que parece devido a controvérsias [sobre a conveniência política de se usar um documento oficial do governo com o propósito de orientar os homossexuais sobre a forma mais segura de consumir cocaína].
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com
Revisão final de Jael Savelli: http://jaelsavelli.blogspot.com

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Cristofobia praticada no Brasil e no mundo

Um cristão é assassinado cada cinco minutos

A cada cinco minutos, um cristão morre assassinado em razão de sua fé: este é o arrepiante dado difundido pelo sociólogo Massimo Introvigne em sua intervenção na Conferência Internacional sobre Diálogo Inter-Religioso entre Cristãos, Judeus e Muçulmanos, realizada em Gödöllö (Budapeste), promovida pela presidência húngara da União Europeia.
Introvigne, representante da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) para a luta contra a intolerância e a discriminação contra os cristãos, indicou que 105 mil deles são assassinados cada ano por sua fé, contando somente os verdadeiros martírios, os que são levados à morte pelo fato de serem cristãos, sem considerar as vítimas de guerras civis ou entre nações.
"Se não se gritam ao mundo estes números, se não se põe fim a este massacre, se não se reconhece que a perseguição dos cristãos é a primeira emergência mundial em matéria de violência e discriminação religiosa, o diálogo entre as religiões produzirá somente encontros muito bonitos, mas nenhum resultado concreto", declarou o especialista.
No encontro, participaram personalidades importantes, como o presidente dos bispos europeus, cardeal Péter Erdö; o custódio da Terra Santa, Pe. Pierbattista Pizzaballa; o presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, Dom Antonio Maria Vegliò; o arcebispo maronita de Beirute, Paul Matar; o "ministro de Assuntos Exteriores" da Igreja Ortodoxa Russa, metropolitano Hilarion; o representante do Conselho Judaico Europeu, Gusztav Zoltai; o da Organização da Conferência Islâmica, Ömür Orhunn; e o secretário-geral da Comissão para o diálogo islâmico-cristão no Líbano, Hares Chakib Chehab.
O diplomata egípcio Aly Mahmoud declarou que, no seu país, estão por chegar leis que protegerão as minorias cristãs, perseguindo como delito os discursos que incitam ao ódio e vetando as reuniões hostis no exterior das igrejas.
"Mas o perigo - destacou o cardeal Erdö - é que muitas comunidades cristãs no Oriente Médio morrem devido à emigração, porque os cristãos que se sentem ameaçados escaparão."
"Que a Europa se prepare para uma onda de imigração, desta vez de cristãos que fogem das perseguições", advertiu.
Por sua vez, o metropolitano Hilarion recordou que pelo menos um milhão de cristãos vítimas de perseguição no mundo são crianças.


SOU ÉTICO! Cito as fontes. Copiado do Site Notícias Cristãs. Link Original: http://news.noticiascristas.com/2011/06/um-cristao-e-assassinado-cada-cinco.html#ixzz1Pad9lcto
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terça-feira, 7 de junho de 2011

Sete deputados estaduais evangélicos aprovam lei gay no Rio, inclusive irmão de Silas Malafaia e filho de R.R. Soares.

Sete deputados estaduais evangélicos aprovam lei gay no Rio, inclusive irmão de Silas Malafaia e filho de R.R. Soares.


Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava acompanhando emocionadamente a marcha cristã de 1 de junho contra o PLC 122. A manifestação, que ocorreu na frente do Congresso Nacional em Brasília e foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia, merecia a total atenção de todos os cristãos.
Estando no exterior, não tenho acesso às redes de televisão do Brasil, a não ser pela internet. Assim sendo, visitei sites de emissoras evangélicas às 15h, horário do início do evento, mas não vi nenhuma delas dando cobertura.
Numa televisão evangélica de Brasília, tudo o que pude ver foi a pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as emissoras seculares não tivessem feito mais do que as emissoras evangélicas.
Noticiei que compareceram à manifestação cristã umas 20 mil pessoas, mas alguns que participaram dizem o número foi 50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei anti-“homofobia” passar, afetará apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas? Afetará apenas 500 mil pessoas? Então por que mais pessoas não compareceram? Por que as redes evangélicas e católicas não fizeram cobertura completa da marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado por Silas Malafaia em Brasília que enfrentou descaso e contradição cristã. Em 4 de junho, Malafaia também liderou a Marcha para Jesus do Rio e atacou a obsessão política de Sérgio Cabral pela sodomia. O governador do Rio, que havia recebido amplo apoio de Malafaia e Crivella na sua primeira eleição, foi com muita justiça denunciado por Malafaia, que também exortou a multidão de participantes a resistirem à avalanche de leis pró-sodomia que Cabral está impondo a ferro e fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também exortou seu irmão, Samuel Malafaia, a lutar contra as leis de institucionalização da sodomia. Essas leis fatalmente geram a descaracterização e deformação da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de Malafaia precisa de exortação. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde Samuel Malafaia é deputado estadual, aprovou em 25 de maio emenda à constituição estadual nº 23/2007, a qual inclui o termo “orientação sexual” no rol dos direitos e garantias fundamentais, que por sua vez garantirá a aprovação de qualquer PLC 122 e outros males para a sociedade, exclusivamente para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os únicos que votaram contra essa emenda foram dois deputados estaduais: Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro, filho do deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado evangélico a mostrar a cara. Onde estavam todos os outros deputados evangélicos? Desaparecidos? Tomando banho de sol na praia de Ipanema? Hospitalizados? Qual é a santa desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está preocupada com o feroz avanço do movimento ideológico gay, redes evangélicas e católicas de televisão estão ocupadas demais para cobrir nossas manifestações, deixando-nos dependentes de meros blogs como o meu, que não têm nem de longe a repercussão que tem um canal de TV. Mesmo assim, cada um faz o que pode. Uma jovem do Rio escreveu o endereço do meu blog numa camiseta e, por conta própria, usou-a na Marcha para Jesus na esperança de indicar para outros uma fonte de informação indisponível na mídia secular e cristã.
Enquanto a população cristã vota em políticos cristãos para que defendam pelo menos os interesses da família, na hora crítica da votação de uma ameaçadora emenda de “orientação sexual” no Rio, todos os deputados evangélicos sumiram do mapa e só Edson Albertassi e Flávio Bolsonaro se distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas Malafaia reconheceu publicamente que essa emenda é um perigo e confirmou que já foi aprovada na primeira votação, alertando o povo do Rio a pressionar os deputados estaduais a votar contra também. Mas o próprio irmão de Malafaia não estava com Albertassi e Bolsonaro quando esses dois deputados sozinhos disseram “não” à emenda. A pergunta intrigante é: Por que o irmão de Malafaia votou a favor da terrível emenda? Por que? (O blog Holofote acaba de confirmar que o irmão de Silas Malafaia realmente aprovou a lei gay de Sério Cabral; não só ele, mas também sete outros deputados estaduais evangélicos, inclusive Marcos Soares, filho do famoso R. R. Soares, da Igreja Internacional da Graça.)
Se a população do Rio não reagir rápido, cobrando energicamente dos deputados cristãos que aparentemente estão tirando uma soneca ou até votando a favor do mal, o Rio de Janeiro poderá se tornar no Brasil o primeiro palco de uma sociedade sob uma lei onde a ordem suprema é a total reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não reagir rápido, cobrando energicamente dos canais evangélicos e católicos de TV que decidiram livremente não cobrir um evento contra a ditadura gay, chegará o dia em que depois de uma soneca descobrirão que não mais têm direito nem liberdade de decidir. Em vez de poderem informar que a sodomia é prejudicial, serão obrigados a dizer que a sodomia é uma maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que os dias finais seriam como os dias de Sodoma significa que as televisões cristãs, com a cumplicidade de políticos cristãos que se ausentam de votações cruciais ou votam no mal, devam deixar a omissão ou atos deliberados desempenharem um papel fundamental para o cumprimento dessa profecia?
Atualizado em 6 de maio.

Deputados Evangelicos traem o povo evangelicos deixando passar lei

UM ALERTA PARA A NAÇÃO EVANGÉLICA


Pelo Rev. Paulo Cesar Lima
A nova lei recém-aprovada na Argentina oficializando o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo vem deixando evangélicos argentinos em situação vexatória. Após o projeto de lei ter sido sancionado pelo Senado argentino, e agora assinada pela sua presidente Cristina Kirshner – uma ação de destruição contra a maior de todas as instituições: a família –, a nação gay proclama agora o que chamo de tiro de misericórdia nos evangélicos: a realização, no dia 14 e 15 de agosto deste ano em curso, de casamentos coletivos e simultâneos de homossexuais em todas as igrejas do país, inclusive as evangélicas. Alguns pastores, por humilhação, outros por vergonha e ainda os que não querem ser presos, estão fechando as portas de suas igrejas e abandonando as cidades.
A catástrofe inesperada que caiu sobre os argentinos vem se dirigindo ao nosso país a passos largos e não há nada que possa deter essa tempestade a não ser uma ação de mobilização geral dos evangélicos brasileiros em sair às ruas e, no segundo momento, elegerem, diante da gravidade do momento, um número expressivo de deputados federais e estaduais (evangélicos) e senadores, os quais possam impedir esta calamidade moral que vem por aí.
Não desejo ser profeta do caos, mas o risco de acontecer no Brasil o que ocorreu na Argentina é enorme. O pior é que muitos evangélicos acreditam que isso nunca acontecerá. O que é estarrecedor é que estamos dormindo e meio cegos com relação às implicações de uma Argentina Já em nossa nação. O que vai acontecer depois daí vai muito mais além do que podemos imaginar.
As parábolas de crise contadas por Jesus são um bom exemplo para nos advertir sobre sermos pegos despreparados diante de catástrofes iminentes. O povo evangélico brasileiro precisa ser sacudido da sua cegueira e nós, líderes evangélicos, necessitamos acordar diante da terrível gravidade do momento. Segundo Jesus, a calamidade vem tão inopinadamente como o ladrão (assaltante) noturno, como o esposo que surge à meia-noite, como o dono da casa que volta dum banquete a altas horas, como o senhor que retorna inesperadamente de uma viagem longa. O alerta do Filho do homem é: “Não se deixem pegar de improviso!” (Mt 25.1-13; Lc 13.22-30)
Estamos vendo a fatalidade aproximar-se, mas estamos descuidados, vivendo como se nada estivesse acontecendo de tão grave, assim como os homens antes do dilúvio e da chuva de fogo.
Este alerta objetiva acordar, escancarar os olhos do nosso povo para a precariedade de sua situação. Como disse Jesus, o terror é iminente, tão inesperado como o assalto, tão terrível como o dilúvio.
Precisamos acordar diante de iminente fatalidade moral que paira sobre os ares da nossa nação. A subtaneidade apresentada nas parábolas de crise, assinadas por Jesus, é imagem da catástrofe que se irrompe inesperadamente. Esta é a mensagem de Jesus: A crise está às portas. Ela chega tão de improviso como, na parábola das Dez Virgens, o grito: “O esposo vem!” (Mt 24.40ss; Lc 17.34ss). Desgraçados daqueles que forem encontrados despreparados!
Estamos recebendo, nestes últimos dias, numerosos e ameaçadores alertas e não estamos dando conta da gravidade do momento. A PLc122 e o Programa Nacional de Direitos Humanos, a Lei do Silêncio que, inclusive, já fechou centenas de igrejas em nosso país, são prenúncios de catástrofes a vista.
A mensagem de Jesus para nós evangélicos do Brasil é: Todos os homens, todas as famílias, toda nação, que não se preparam para momentos de calamidade repentina, poderão ser surpreendidas por fatalidades.
Pastores, líderes, povo de Deus em todo Brasil, em face dos alertas de Jesus e da iminente calamidade moral que se aproxima do Brasil, não podemos ficar em estado de quem dorme e deixar que a nossa nação seja invadida pela DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA. Os evangélicos argentinos, na sua maioria, não acreditavam que a crise moral que eles estão vivendo hoje fosse tão iminente. Ela chegou e os pegou despreparados.
Portanto, evangélicos do país mobilizem-se para orar, saiam às ruas e elejam evangélicos comprometidos com Deus e candidatos que tenham temor no coração. Não deixem a porta da liberdade se fechar em nosso Brasil.
LEMBRE-SE: Eleger homens éticos, comprometidos com Deus, com a família e com os bons costumes deve ser o nosso maior objetivo. É um momento onde acertos financeiros valem muito pouco, porque, nesta eleição, está em jogo a sobrevivência cristã e seu ideal, os quais precisam falar mais alto do que nossas individualidades, preciosismos, egoísmos e problemas pessoais.
POR FAVOR, LIBERTEM O NOSSO PAÍS DA INFÂMIA E DA ABJEÇÃO.

Fonte: PSC

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Gay mata família por discordar de sua orientação sexual

Apesar de ter se apresentado horas após ter assassinado a mãe, a comerciante Maria Lita Pereira Gomes, 41, o irmão Alan Luiz Gomes da Silveira, 14, e ter tentado contra o próprio pai, o também comerciante Sidonor Pereira da Silveira, 35, o músico Alcinei Gomes da Silveira, 19, poderá não ser liberado após prestar depoimento sobre os crimes, praticado nesta terça-feira (5) à noite, na rua J, do bairro São José 2, Zona Leste de Manaus.
A informação é do delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Mariolino Brito, que ouviu o depoimento de Alcinei na manhã de hoje (6).
“Mesmo ele tendo se apresentado espontaneamente após os crimes, isso não impede que ele não seja liberado e também seja pedida a prisão preventiva contra ele”, salienta Brito, que considerou o caso como atípico.
Segundo o delegado, a forma como Alcinei agiu demonstra que ele apresenta traços de psicopatia. Ele também não descarta a possibilidade de Alcinei ter premeditado os crimes.
Em depoimento prestado na manhã de hoje ao titular da DEHS, o pai do acusado disse ter escapado da fúria de Alcinei, por ter se fingido de morto, após receber o primeiro golpe.
Ataques
Os assassinatos ocorreram a partir das 18h45 de ontem, na casa da família.
O primeiro homicídio foi a do adolescente Alan Luiz, morto com três facadas no tórax e uma na cabeça. O corpo da vítima foi escondido debaixo de uma cama.
Minutos depois, a comerciante Maria Lita foi morta com sete facadas nas costas, uma na nuca e outra na cabeça, dentro do banheiro da casa.
Comoção
“Há três anos a mãe dele já sabie que ele era homossexual. Para mim essa não é uma justificativa lógica para ele ter feito o que fez”, desabafa o tio materno do acusado, Geraldo Gomes, a respeito da hipótese de que o sbrinho teria matado a mãe e o irmão, devido a não aceitação de sua orientação sexual.
Os velórios de Maria Lita e Alan Luiz foram realizados na própria residência, onde familiares, amigos e vizinhos se aglomeraram para prestar as últimas homenages às vítimas.
Alguns dos vizinhos se mostraram indignados com o caso e chamaram a atenção para o fato de que a família parecia ser bastante unida.
Fonte: Giro pelo Piaui
Fonte:Overbo